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Partido Comunista das Terras Vascas

O Tribunal Supremo tamén ilegaliza EHAK

A decisión, adoptada por unanimidade logo dunha breve deliberación, prodúcese dous días despois da de ANV.

Redacción - 21:30 18/09/2008
O secretario xeral do PSE, Patxi López, conversa con parlamentarias de EHAK

O secretario xeral do PSE, Patxi López, conversa con parlamentarias de EHAK

A sala do 61 do Tribunal Supremo acordou esta quinta feira a ilegalización do Partido Comunista das Terras Vascas (EHAK, nas súas siglas en éuscaro) ao estimar as demandas presentadas polo goberno español e mais a Fiscalía.

A decisión adoptouse por unanimidade logo dunha breve deliberación e só dous días despois de que o alto tribunal acordase tamén a ilegalización de ANV.

EHAK conta unicamente con nove deputados, obtidos nas eleccións ao parlamento de Euskadi, organizadas o 17 de abril de 2005.


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Comentarios (20)

xoselado #1 18/Setembro/2008 xoselado
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Nin Aznar chegaría a tanto.
Sres de Vieiros:"EHAK conta unicamente con nove deputados..."Que queren insinuar?

sozinho #2 18/Setembro/2008 sozinho
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A ver, xoselado, a xustiza está politizada, pero é unha decisión xudicial a partir da lei de partidos iniciada por Aznar e unha minuciosa investigación da trama de extorsión de ETA-ANV-EHAK-Xestorías... Agora ata o BNG está a favor, como o PP está a favor da lei actual do aborto. Os tempos mudan e non sempre a peor.

zemalves #3 18/Setembro/2008 zemalves
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« EHAK conta unicamente con nove deputados, obtidos nas eleccións ao parlamento de Euskadi »! Não sei o significado dessa frase, talvez queira dizer que nove deputados são apenas nove? Talvez queira dizer que são um grupo insignificante! E que acontecerá aos nove deputados? Deixarão de o ser? Será que ninguem votou neles, que foram eleitos com os votos da ETA? Se foi assim, estou enganado, pois pensava que a ETA era apenas um pequeno grupo de radicais e afinal têm força para eleger nove deputados? Será que os apenas nove deputados vão ser expulsos para a dupla PSOE/PP conseguir finalmente ser maioria no Euskadi? O PCTV tem nove deputados e é ilegalizado, o PP,apenas tem mais seis! Diz a noticia que « A decisión adoptouse por unanimidade logo dunha breve deliberación e só dous días despois de que o alto tribunal acordase tamén a ilegalización de ANV», estranho tanta unanimidade, será que isto se passa na Coreia do Norte e não no Norte da Peninsula Ibérica? Sou português e até agora defendia o Federalismo Ibérico, mas a partir deste momento, já pergunto a mim próprio, se a sala do 61 do Tribunal Supremo, não virá um dia a Portugal!!!

zemalves #4 18/Setembro/2008 zemalves
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Livre

Não há machado que corte
a raíz ao pensamento) [bis]
(não há morte para o vento
não há morte) [bis]

Se ao morrer o coração
morresse a luz que lhe é querida
sem razão seria a vida
sem razão

Nada apaga a luz que vive
num amor num pensamento
porque é livre como o vento
porque é livre

Canção de Manuel Freire , cantada em Portugal durante o fascismo e sempre actualizada, seja na Espanha, seja em Portugal,seja na Polonia, seja na Italia, seja na Republica Checa, seja na Estónia,( apenas tentei mencionar alguns paises dos mais democraticos da nossa União Europeia)

sozinho #5 19/Setembro/2008 sozinho
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Zemalves, xa que é portugués, aclárolle un par de cousas, por se non se decatou:
1/ ETA extorsiona, fai campaña e consigue votos e cartos baixo das pedras. Cobre vostede un imposto revolucionario a man armada, mime con el unhas cantas localidades aproveitándose da súa ideoloxía maioritaria e xa ten vostede un 10 % do electorado vasco, uns cen mil habitantes. Iso quere dicir que unha ideoloxía semellante (esquerda nacionalista), pero sen violencia e extorsión, ten os seus propios partidos: Aralar, Eusko Alkartasuna, etc.
2/ Esa canción traducida ao castelán ou ao euskera, sería automaticamente identificada coas vítimas do terrorismo, sobre todo coa sección máis de dereitas. Así están os tópicos por España.

ZeCastroCurunha #6 19/Setembro/2008 ZeCastroCurunha
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En el final de la semana pasada leí un texto en Vieiros.
El texto fue presumiblemente eliminado por la redacción de Vieiros.
No estoy de acuerdo con ningún tipo de censura.
Por lo tanto, aunque no estoy de acuerdo con algunas conclusiones, decidí publicarlo.
Por la libertad de prensa tras el texto que he copiado en Vieiros:



“”««O meu amigo que usava em Vieiros o nome “ LiberdadeGaliza” pediu-me que publicasse este texto em VIEIROS porque os seus textos têm sido censurados e por último foi cortado o acesso a Vieiros presumivelmente pela sua redacção.


O QUE É SER NACIONALISTA:

“A padeira Brites de Almeida não foi uma mulher vulgar. Era nacionalista, grande, com os cabelos crespos e muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino. Nasceu em Faro (Algarve) Portugal, de família pobre e humilde. O Reino de Portugal tinha sido fundado só há 240 anos e os portugueses sentiam-se ainda galegos.
Mais do que nacionalismo português havia um sentimento contra Castela e Leão pelo facto de pouco tempo antes os independentistas galegos terem sido esmagados por exércitos desses reinos.
Para o povo português a derrota castelhana em Aljubarrota para além de ser decisiva para Portugal representava um ajuste de contas com Caslela e Leão pelo que tinham feito aos irmãos independentistas galegos.
O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com a notícia da invasão de Portugal pelo exército castelhano constituído por mais de 30000 homens criando as condições para a batalha de Aljubarrota. A padeira Brites de Almeida não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que só com 6500 homens já incluindo 300 arqueiros ingleses naquele dia derrotou o invasor castelhano que tinha um poderoso exército com mais de 30000 homens incluindo castelhanos, franceses e genoveses. Depois da derrota castelhana chegou a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu marido lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.
A Batalha de Aljubarrota foi uma entre muitas que o invasor castelhano foi derrotado e humilhado em Portugal. Versão castelhana indesmentível: http://es.wikipedia.org/wiki/B...
No fim da batalha nenhum comandante português ficou ferido. Dos 5 comandantes castelhanos 2 foram mortos( Juan de Rye e Pedro Álvarez Pereyra), 2 ficaram gravemente feridos e prisioneiros ( Pero López de Ayala e Gonzalo Nuñez de Guzmán ) e 1 (o Rei D. Juan I de Castela) fugiu gravemente ferido, beneficiando da clemência do Rei de Portugal. O rei D. Juan de Castelha ostentou falsamente o título de Rei de Portugal sem nunca o ter sido porque nunca foi aclamado pelo povo nem em cortes e foi derrotado militarmente pelos portugueses. Morreram mais de 10000 homens do lado castelhano (em 2004 um historiador espanhol diz sem fundamento que só morreram 3000) e 6000 foram presos. A certeza é que dos mais de 30000 homens do exército comandados por D. Juan I de Castela que invadiram Portugal só menos de um terço voltam. Chegaram a casa só menos de 7000 homens muito feridos. Dois (2) rios na zona de Aljubarrota ficaram entopidos com os corpos mortos das tropas castelhanas. O povo matava todos os soldados castelhanos que debaixo de humilhação tentavam fugir até que o Rei de Portugal pediu clemência ao povo pelos derrotados para que alguns podessemregressar a casa. Só este pedido de clemência do Rei português que o povo obedeceu, permitiu o regresso de menos de 7000 dos derrotados onde se incluia o Rei D. Juan de Catela após humilhação popular. Das mãos da padeira Brites de Almeida foi salvo e feito presioneiro o comandante castelhano Pero López de Ayala já com dentes, pernas e braços partidos, quase sem vida, pelo exército português que o queria vivo para dar informações e ser peça de negociação da paz definitiva. Na sociedade machista da época a humilhação foi tão grande que os castelhanos se dividiram em duas explicações, uns diziam que Brites de Almeida não era uma mulher normal tinha grandes mãos com seis dedos em cada uma, outros que tinha sido um sonho ou uma lenda. A verdade é que a biografia desta mulher está documentada desde o nascimento até à sua morte. A grande superioridade numérica de nada valeu aos castelhanos. Nesta batalha morreu a élite do exército castelhano, fidalgos e nobres dos mais importantes. Foi decretado luto em Castela por 2 anos.


Deste facto histórico temos de tirar duas conclusões:

Primeira- Os portugueses só com 6500 homens ganharam contra um exército com mais de 30000 porque usaram a inteligência. Quando o Rei de Portugal sobe da invasão estava à mesma distância de Aljubarrota que as forças castelhanas e ainda teve de reunir as tropas. Teve a inteligência de empurrar os castelanos para o melhor local para os portugueses vencerem a batalha e conseguiu. Ou seja conduziu a guerra antes de começar.
Com este facto histórico não se pretende insentivar a violência mas a inteligência. Hoje não é com guerras ou guerrilha que a Galiza conquistará a sua autodeterminação conforme está consagrado no direito na carta das Nações Unidas. Os patriótas galegos têm meios políticos e económicos para inverter esta situação de forma à Galiza deixar de ser um terriutório colonizado onde a vontade castelhana prevalece. É só usar a INTELIGÊNCIA.

Segunda- Os portugueses depois de derrotarem os castelhanos, destruiram a elite não só do exército de castela, mas também dos aliadas destes franceses e genoveses. Podiam então Portugal invadir Castelha e ocupá-la. Hoje tiríamos os portugueses colonizadores e os castelhanos terrorista a lutar pela sua independência. Mais uma vez Portugal mostrou inteligência por saber que um povo não pode ser livre se subjugar outros. Aproveitou a vitória para se solidificar como país soberano e começou a sua expansão comercial ultramarina ainda no reinado desde Rei vencedor em Aljusbarrota e sendo um povo pequeno criou o maior império do mundo. Desenvolveu a arte de navegação que a outra potência marítima mundial a Inglaterra só 200 anos depois conseguiu chegar aos mesmos sítios. E só foi obrigado mais tarde a dividir o mundo com Espanha porque homens como Cristóvão Colombo e Fernão de Magalhães aprenderam a arte de navegar em Portugal e zangaram-se com o Rei português indo oferecer os seus serviços a Castela. Os portugueses souberam sempre melhor lidar com os nacionalismos veja-se o caso do Brasil não houve guerras de libertação, antes da independência o nome do Estado Luso era: Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Portugal era o território que se tornou independente da Galiza, os Algarves eram as terras reconquistadas aos mouros e povoadas (a sul do rio Tejo). O Brasil acabou por ser independente porque o rei de Portugal o deu ao seu filho coroando-o como o Imperador Pedro I.
Pelo contrário a tradição castelhana é oprimir os nacionalismos. Franco foi o homem da oportunidade perdida de fazer o Reino Unido de Espanha.
Depois da vitória tinha todas as condições para fazer uma federação de Estados com todas as nações e não um Estado totalitário que oprime as outras nações.
Na época da batalha de Aljubarrota a monarquia era absoluta, mas chamava-se aos nacionalistas REBELDES. Hoje na dita monarquia democrática chama-se aos nacionalistas TERRORISTAS. Assim não dá! Torna difícil a paz. O nacionalismo é um problema político e são os políticos que têm de resolver.


Nota: Batalhas com esta dimensão entre Portugal e Castela houve 3 em épocas diferentes ganhas por Portugal além de outras mais pequenas para defender a integridade de Portugal. A independência de Portugal foi conquistada com muito sangue e não oferecida.
Relevante foi também as 3 derrotas de Napoleão de França aliado a Castela derrotado e humilhado nas três invasões. A inteligência foi sempre decisiva na vitória. Nós galegos temos que aprender com o passado e com inteligência construirmos o futuro. Somos um povo colonizado economicamente e culturalmente.”

Autor
INDEPENDENTISTA »»””

Nota final.
Parece que este punto de vista fue criticado por dos veces en Vieiros:
Una vez publicados por: Usuário LiberdadeGaliza.
Un segundo momento en publicado por: Usuário INDEPENDENTISTA

Vieiros cuando él era libre de impresesa se descatadamente en el primer lugar en rankigns las páginas más populares en Google.
Cando comenzó a condenar los nacionalistas disminuyó con la distancia a la red segundu lugar. http://www.google.com/Top/Worl...
No meu fraco Galego-português tenho de dizer á redacçom de Vieiros ou têm um jornal dixital aberto sem censura para os galegos oprimidos poderem dar a sua opinion sobre o que tem sido a colonizaçom castelhana na Galiza e terá um jornal com muitos leitores , ou polo contrário terá poucos leitores mas receberá dinheiro do governo espanhol por contribuir com a morte da nossa língua materna o GALEGO-PORTUGUÊS e impor o dialecto o PORTUNHOL que se tenta por opçon dividir os galegos entre si e estes dos irmóns da fala em todo o mundo. De nada vale falar de qualquer assunto da Galiza se o fundamental que é o respeito pela sua identidade, cultura e língua não forem resolvidos. Tudo o resto é como diz o brasileiro , é enrrolar o povo. Peço desculpa aos leitores de Vieiros mas perante a censura detectada copiei e reproduzi esta mensagem histórica.

Zé Castro
Curunha Galiza Europa

Lead_bocas #7 19/Setembro/2008 Lead_bocas
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Pois eu non son nacionalista e tampouco concordo cos postulados da dereita española.

Se os neoliberais e socialdemócratas galegos e españois mantedes as leis de excepción e permitides que exista un Estado de excepción facédelo pola vosa conta: sodes vós os responsabeis e non Aznar.


Hipocrisía stop !

galego83 #8 19/Setembro/2008 galego83
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Eu tampouco estou dacordo coa censura, mais tampouco con postear o mesmo rollo en toda-las noticias (sen contar que o contido paréceme totalmente de risa).

Respecto á noticia, creo que supón menos cartos que disporá ETA no futuro para as súas accións.

carxeva #9 19/Setembro/2008 carxeva
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Por menos tería que ser ilegalizado o PSOE pola fundación dos GAL e o PP por non condear o fascismo franquista e xa non falemos das cloacas dos fondos reservados do estado español nos gobernos UCD-PP-PSOE, para tremer...
Polo tanto hai moita hipocresía, non se pode dicir "unicamente nove" porque eses unicamente nove queira ou non "sozinho" representan unha boa parte da sociedade basca e ademais ilegalízanse ideas, que é o peor. O estado español aínda conserva moitos trazos postfranquistas. O Sinn Fein só foi ilegalizado nun pequeno período de tempo, pero moi breve. Pero son outra cousa. Grecia tamén o fai cos macedonios e Turquía cos kurdos, velaí a comparanza Estado español=Grecia=Turquía, o melloriño de Europa.

baltar69 #10 19/Setembro/2008 baltar69
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que o bloque ou calquera outra plataforma se presente a eleccións nun marco donde está presente a lei de partidos xa dí de uns e outros o que hai. pero que se amosen ( o bloque e os outros ) de acordo ca aplicación de tal lei lévanos o final do papel xá.
pódese ver que o aznarismo non é soio cousa de aznar e que existe todo un entramado social que sostén este tipo de discursos.
cómo se pode proscribir un partido, unha asociación, un colectivo? en base a que revolta da lei e do raciocinio se fai? releo ó león felipe da postguerra: cándo se perdeo xuizo, eu pregunto cándo se perde, cándo? se non é ahora que unha vida vale menos que o orín dos cans...

BonKarallan #11 19/Setembro/2008 BonKarallan
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EHAK conta nada menos que con nove deputados..." (Ke se pode insinuar?)

BonKarallan #12 19/Setembro/2008 BonKarallan
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Ilegalización da ilegalización xa!!!!!!!!!!!!!!

Barcelos #13 19/Setembro/2008 Barcelos
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Gran equivocación. Ou antes cando o consentiron ou agora cando o ilegalizan.

Polo que se ve, cada vez hai máis liberdades. Cousas da civilización...

Hermerico #14 19/Setembro/2008 Hermerico
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Sempre houvo alienados a prol do pensamento dominante e apologetas da violência do estado. o "terrorismo" é a violência dos oprimidos, claro que no pensamento único nom som oprimidos, queixam-se de vício neste paraíso com que nos obsequia a democracia burguesa. Digam o que digam os "solitos", os bloqueiros destinxidos e outra canalha social-democrata, o povo basco, como todos os povos determinados a sobreviver contra um invasor, atopará as canles para vencer e fazer pagar caros os sufrimentos inflingidos polos que querem passar por vítimas . Eu sí estou farto de pagar os impostos ao estado para financiar a ocupaçom de Euskadi, Galiza, Catalunya, Líbano, Haítí, Afeganistám, Iraque... imposto que pago sob a ameaça da força dum dos estados com mais tradiçom repressiva da Europa

zemalves #15 19/Setembro/2008 zemalves
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sozinho
Já estou a imaginar os bascos a ir votar com a ETA a apontar-lhes uma arma á cabeça! Não sejas ridiculo, se elegeram nove deputados é porque tiveram votos suficientes para isso! Quem está interessado na violência são o PSOE/PP,não são os bascos.

AGIL #16 20/Setembro/2008 AGIL
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Em (#3) diz zemalves: «... Sou português e até agora defendia o Federalismo Ibérico, mas a partir deste momento, já pergunto a mim próprio, se a sala do 61 do Tribunal Supremo, não virá um dia a Portugal!!!»
COM.- Caro zemalves: Procurai continuar como estado republicano livre do reino de espaÑa, porque, se nalguma medida chegásseis a federar-vos com o reino (uma república e um reino?: estranho!!!), a sala essa do 61, que é um tribunal especial, como o TOP-AN, ilegalizaria todos os partidos portugueses por independentistas e, de passagem, por terroristas. Ou acaso simplesmente ilegalizariam todo o Portugal por dissentir da constitución bourbónica... Que é isso de declarar-se república?

Carlinhos #17 21/Setembro/2008 Carlinhos
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Se o Estado fascista espanhol nom permite que o Povo Basco decida num referendum o seu futuro, se ilegalizam organizaçons políticas e anti-repressivas, se encarceram os negociadores dumha saída dialogada ao conflito... que nom se estranhem que alguns bascos e algumhas bascas comecem a preparar "mamitakos sem peixe". Bakea, Paz.

Gaias #18 21/Setembro/2008 Gaias
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Xa comenzou o Novo orden mundial?. Nin nos peores reximenes fascistas se ilegizou tanto.
Todos condeamos o terrorismo (faltaria mais!), mais non me parece democratico ilegalizar partidos politicos que representan a unha parte da sociedade (este o non equivocada), nin impedir consultas populares.

sozinho #19 22/Setembro/2008 sozinho
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Non hai peor cego que o que non quere ver. Seguide defendendo unha liberdade que nunca vistes, unha nación que nunca vivistes... que eu defenderei o bo que vivín. Conservador? Non, son humano. Ademais quero cambios, pero dentro do coñecido noutros países.

zemalves #20 22/Setembro/2008 zemalves
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AGIL

Eu sou Federalista e Republicano! Prefiro uma Federação de Estados e Nações Ibéricas, com os mesmos direitos e deveres,do que o aborto da UE!

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