Mancomún lanza un paquete de tradución á nosa lingua do navegador antes do seu lanzamento oficial.
Xa máis de cinco millóns de persoas descargaron o Firefox 3, a nova versión do navegador de código aberto máis famoso. Porén, ao nos dirixirmos á páxina de Mozilla e buscar entre os diferentes idiomas en que está dispoñíbel, comprobamos que aínda non o podemos facer en galego, porque a tradución non é oficial.
Mentres agardamos o Día da Patria, cando probabelmente xa sexa oficial o Firefox na nosa lingua, o Centro de Referencia e Servizos de Software Libre de Galicia, Mancomún, pon ao dispor do público un paquete para a localización ao galego. Dende a web do centro ofrécense as instrucións dos pasos que hai que seguir para ter o flamante Firefox 3 na nosa lingua.
Entenda-se o que vou dizer: parabéns a Mancomún e ao seu trabalho para oferecer a versão em galego RAG do Firefox. No seu web, com efeito, dizem que "podedes descargalo no idioma que prefirades desde a seguinte ligazón"...e a ligazón é...a espanhola.
Embora o usuário/a quiser baixar a versão em galego RAG, nada tenho contra disso, não seria melhor colocar a ligação para a "outra" versão da nossa língua? Que inercias, e resultados, isto nos indica?
http://www.mozilla-europe.org/...
Saudações.
Pois eu acabo de baixar o Firefox 3.0 em galego. Vai rápido como umha centelha! O menu diz:
Ficheiro - Editar - Histórico - Marcadores - Ferramentas - Ajuda
Se clicas em Ficheiro, por exemplo, o menu que se abre tem:
Nova janela
Novo separador
Abrir endereço
Abrir ficheiro
Fechar janela
Fechar separador
...
Sair
Nom é galego porque nom leva ñññ?
Nom ponhamos fronteiras à língua. Em galego, sem fronteiras.
Aí vai a ligaçom:
http://www.mozilla...
moledo e piorno:
Polos vistos, as versões em Português, quer na variante portuguesa, quer na brasileira, ainda não incorporam a ortografia do Acordo, recentemente aprovadas em Portugal. Mas a variante brasileira eu noto-a mais próxima das modificações do Acordo. Portanto,
aqui também está em Galego, na variante brasileira: http://pt-br.http://www.mozill...
Cada quem que use a que preferir! ;-)
A "versão" em Português da RAG não é mesmo uma versão, mas um pacote que polos vistos se instala sobre outra versão noutro idioma. Uma pergunta (curiosidade): pode-se instalar esse pacote (ainda que não esteja interessado em fazê-lo) sobre uma versão em Português ou é para ser instalada sobre a versão em Espanhol?
Saúde e longa vida ao Firefox, e ao Safari, que também é muito bom.
Para as e os que nom tiverem medo de experimentar. Aí vam uns pequenos truques para acelerar o Firefox, que encontrei num blogue:
http://hackiteasy.blogspot.com...
Nom vai 10 vezes mais rápido, como diz aí, mas parece que funciona bastante bem.
Vou instalar também o Firefox 3 no Linux, que tem que ser umha máquina.
Parabéns ao Vierios fazer menção do Firefox mas cuido que podia fazer menção de mais coisas do software livre e todo o que se refere ao Linux. O novo firefox vai bem mas tampouco é prà tirar "fojetes".
se pon "janela, endereço, ou ajuda" é que non está en galego.
Unha boa nova para os que queremos vivir 100% en galego.
O paquete de idioma non funciona para os que usamos firefox 3 sobre GNU/Linux (Ubuntu 8.04 no meu caso). Instálase pero non funciona. Unha mágoa. Teremos que agardar a que Mozilla poña a versión galega nos repositorios oficiais.
Excelente navegador o Firefox 3, para além de termos a possibilidade de contarmos com a versão na nossa língua desde já.
Parabéns a Mozilla!
Viva a língua galega! Viva o Português galego!
Sim funciona, Iacobvs, se tens o sistema operacional em galego RAG, ou usas -uilocale gl. Eu já o tenho em galego internacional.
galego83 diz em #6:
se pon "janela, endereço, ou ajuda" é que non está en galego.
Por essa razão, entre outras, o Galego continua como está. As palavras de galego83 percebem o Galego sob a ótica do Espanhol. Para galego83 só é Galego o que usa uma ortografia espanhola, limitando o próprio idioma, encarcerando o idioma e a própria percepção deste.
O reintegracionismo não é uma visão aparente do idioma. O reintegracionismo não reduz o idioma a uma grafia, como faz o siolacionismo. Qualquer reintegracionista afirma que "xanela, enderezo e axuda" são palavras do Galego, mas escritas com uma norma espanhola. Mas o isolacionismo nega a identidade galega de "janela, endereço e ajuda", negando a própria evidência, que é o mesmo idioma mas com uma grafia diferente, que, curiosamente, é a grafia histórica do Galego, a que rejeita como galega galego83, negando a própria história do idioma galego, conhecido como Galego ou Português.
Saúde e liberdade!
# 11 E os que "janela, endereço, ou ajuda" lhes supõe um problema "por non ser galego" depois têm instalado o que põe "ventana, dirección, o ayuda".
Isso é o que consegue nos galegos a normativa da RAG. Tan gallega como el gallego.
Muito defender o galego, mas o telemóvel com o idioma em Espanhol. A opção Português é "extranha".
Voltando ao Firefox magnífico o motor de render. Escala texto e imagem em conjunto muito bem. Experimentai o fazer ctrl++ e ctrl+-
e outros miram o galego dende a optica do português. Eu defendo o galego dende a óptica do galego............e teño o telemóvel coa opción do portguês..... e non vexo nada estraño niso.
eu acabo de instalalo e o certo é que vai coma un avión!
Fungueiro disse em #14:
"e outros miram o galego dende a optica do português."
Se aceitamos que o Castelhano e o Espanhol são o mesmo idioma defendemos a unidade linguística desse idioma. Não há dous idiomas chamados "Castelhano" e "Espanhol", mas um idioma com dous nomes.
Se aceitamos que o Galego e o Português são o mesmo idioma defendemos também a unidade do nosso idioma. Não há dous idiomas chamados "Galego" e "Português", mas um idioma com dous nomes.
Defender o Galego desde o Galego é escrevê-lo com a sua norma independente. E todas e todos sabemos que "teño" é "tenho" escrito à espanhola. A única norma independente do Espanhol é a galego-portuguesa, que, é 100% galega, e que se chama portuguesa internacionalmente pola projeção que o nosso idioma adquiriu a escala planetária através da variante portuguesa.
Saúde e Galego Livre já!
E falando do Firefox... sigo dizendo que gosto mais do Safari, mas reconheço que é melhor o Firefox, como reconheço que é o mais seguro num sentido global, quer para Windows como para Linux, ainda que Linux já seja seguro de seu.
;-)
Cando uns andan polo ciberespazo a toda hostia... outros disque aínda non comprenden os motivos de tanta ledicia trangalleira...?
Unha carta que podería ser de interese para os que andan sempre procurando 'impoñer' criterios que ninguén comprende...?
http://www.farodevigo.es/secci...
A maior abondamento:
http://www.farodevigo.es/secci...
Para #11 Xavier e #12 mceleiro:
En primeiro lugar, non son Eu quen dí que "janela" ou "ajuda" non é Galego, dio a Real Academia Galega, que é a competente para o galego, por tanto non é galego, ahora ben se ti queres "inventar" un idioma e falalo-escribilo és libre de facelo, pero as cousas hai que chamalas polo seu nome. A ti ¿qué galego te ensinaron na escola? ¿acaso foi portugués?. Pode que coñeza mellor a historia do galego ca ti. O longo da historia os idiomas cambian e evolucionan, ou se falas español do século XVIII falas o verdadeiro español? non me fagas rir.
#12 mceleiro, non teño o móvil ou o Firefox en portugués porque non é o meu idioma, pero o galego e o español sí o son.
Saudos!
galego83,
Eu algo que aprendim com o tempo é que as cousas não são como as ensinam na escola.
A mim na escola ensinaram-me castelhano e algo de castrapinho. Não me ensinarom nem "português" nem a comer-lhe a papuxa a minha moça, mas que lhe queres,... não só os idiomas evolucionam.
A "janela" e "ajuda" já levam muito tempo inventadas, amigo. E não foi nem em Lisboa nem em Rio de Janeiro.
A RAG pode dizer merda, como leva dizendo de sempre. A sua "competencia" produz bastantes risas. Galicia, não é?
Quanto ao teu telemóvel não fazes mais que dar-me a razão.
Erasmo, diz-lhe ao teu camarada salmantino que pode ir também a viver a Islándia 14 anos sem saber nada de Islandês.
Ah, cona!, é que Isándia é um pais monolíngue, nós somos "bilíngues", eis o problema.
Eu, tolerante e democrático, de facto tenho pensado viver em Salamanca 14 anos falando galego sem ter nenhum problema com a gente. Não serei marginado, afortunadamente em Salamanca não há BNG nem independentistas.
O único é que a mim daria-me VERGONHA viver 14 anos em Castela sem aprender o Castenhano. O mesmo que em Islándia, Inglaterra, Catalunha ou Euskadi
mceleiro,
Concordo 100% com o que lhe dizes ao "galego83".
A RAG não tem qualquer "competencia" sobre o Galego porque muitas das pessoas que fazem parte da RAG nem conhecem nem sabem usar as normas que a própria RAG dita. Alguém lê os/as académicas? Obviamente não meto nesse saco Méndez Ferrín ou Francisco Fernández Rei ou Rosario Álvarez, que têm um excelente Galego-Português para o que se vê por aí adiante, ainda que para eles isso seja "Galego". Aliás, Ferrín algumas vezes "passa-se" de "lusista". :-)
É curioso que galego83 acuse de inventar o Galego aquelas pessoas que só o escrevemos com a sua própria ortografia, e que considere "competente" a grafia que se separa da tradição da nossa língua, que é um autêntico invento.
Ah! A mim na escola ensinavam-me a corrigir "ouvir", "até" e "comer o caldo" porque diziam que eram "lusismos" as duas primeiras formas e que a terceira era melhor escrevê-la "come-lo caldo". Atualmente, a RAG diz que é 100% Galego "ouvir" e "até", e usa-se com normalidade "comer o caldo" (ainda que se aceita também a forma "come-lo caldo", mas num segundo lugar). Isso prova que se vivia na mentira, como agora. Antes ensinava-se que formas galegas não eram galegas, dizendo-se que eram lusismos, como se a variante lsa do galego fosse outro idioma. A RAG é apenas a entidade que sequestra a língua, a que deturpa a sua ortografia histórico-etimológica. Contudo, um bom texto escrito na norma RAG, se estiver bem redigido, é um texto em Galego-Português de pleno direito, porque a língua não a escondemos nem sequer camuflando-a com as roupas do Espanhol.
mceleiro, chapeau!
Um abraço.
:-)
P.S.: O curioso disto é que sempre se vê aprender Galego por alguém de fora da Galiza como uma imposição. Eu conheço pessoas de fora da galiza e, a sério, é uma riqueza falar-lhes em galego. Não é um idioma tão difícil como o Alemão ou o Francês para alguém que o não domine e que tenha o Espanhol como língua materna. Eu vejo enriquecedor falar-lhe em galego a um andaluz ou a uma madrilena. Se não percebem alguma palavra, explica-se ou traduz-se essa palavra e aprende-a sem nenhum problema. Tenho feito a prova e se há vontade de compreensão e de integração por ambas as partes, afinal é muito agradecido porque as pessoas de fora ficam a conhecer mais uma língua, ou polo menos a perceberem-na. É isso tão mau? Não lhe neguemos às pessoas de fora da nossa língua a oportunidade de aprenderem Galego. E que não no-la neguem elas.
Saúde!
mceleiro e Xavier,
Insisto que cada quen pode falar e escribir no idioma que lle dea a gana, sexa inglés, galego ou "galego-portugués", pero cando se ensina (ou se aprende) un idioma faise coa ortografía correcta que para o galego a dicta a RAG, gústevos ou non é a competente, ¿ou sodes vós máis competentes en Galicia que a RAG? a partir de ahí o "galego-portugués" non ten oficialidade ningunha, e hai que chamalo polo seu nome, non chamalo "galego", pese a que na escola non ensinaran a ortografía correcta, pois ese é sempre o obxectivo.
¿Qué xa é correcto decir "ouvir" ou "até"? eu xa as dixen de sempre, é unha proba máis da evolución das linguas.
E por suposto, se vas vivir a unha rexión/país é deber aprendero idioma, eu vin a Alemaña e aprendín o alemán, por moi difícil que foi (por certo país con moitos dialectos pero só un idioma oficial, que é o que ensinan).
Saúdos!
galego83:
Não entendo aprender um idioma como uma obriga, mas como uma oportunidade. Um espanhol que vem viver e trabalhar para a Galiza, por exemplo, tem a magnífica oportunidade de aprender Galego porque simplesmente vai a um país em que a língua própria é esse idioma, não porque "deva aprender" esse idioma. Porém, não se percebe assim. Mágoa. O que é uma oportunidade única de se integrar numa outra cultura e num outro idioma é visto como uma "imposición" por interesses políticos, económicos, coloniais,...
Dizes "¿Qué xa é correcto decir "ouvir" ou "até"? eu xa as dixen de sempre, é unha proba máis da evolución das linguas." Enganas-te. A RAG não prescreve o que é correto DIZER, mas uma NORMA ESCRITA. E ainda bem. Outra vez a confusão entre NORMA E FALA. São cousas diferentes. A RAG não prescreve nem sequer uma ortofonia para o "Galego". Portanto, nem era incorreto antes dizer "até" ou "ouvir" nem agora. Essa forma de ver o idioma, encorsetando-o com formas como "correto" e "incorreto" e mergulhando-o nessa dinâmica, é, desde logo, algo que diz pouco da percepção do que são os idiomas, da relação entre as pessoas e o domínio linguístico real.
Insisto em que a RAG não tem qualquer legitimidade nem autoridade para ditar norma sobre um idioma que a RAG separa, artificiosamente, artificialmente. Alguém, que verdadeiramente quer o melhor para as falantes e os falantes de um idioma, para o próprio idioma, não o separa. Entenderias que a RAG fizesse uma norma para o Galego central, outra para o oriental e outra para o ocidental?? Ou que fizesse uma norma para o Galego mindoniense separada do resto do Galego? Isso seria claramente uma traição ao idioma. A pratica escrita do Galego como um dialeto do Espanhol não pode ser fidelidade ao idioma, mas fidelidade a Espanha e ao Espanhol ou/e servilismo linguístico e político. Mas nem sequer a norma da RAG é oficial, mas é desconhecido para ti, polos vistos. Que legitimidade pode ter uma Academia em que o seu presidente diz que não pensa usar "grazas" e que seguirá usando "gracias", ainda que a Academia diz que a forma galega é "grazas"?? É isso sério? Achas que alguém assim e que tem esse Galego inçado de "pueblos" e outros disparates pode ter qualquer legitimidade como Presidente de uma Academia? Uma cousa é que uma pessoa em âmbitos não formais da língua use "pueblo" e que tenha um modelo de língua diferente do culto ou do estândar, mas que o Presidente da Academia use em âmbitos cultos com normalidade palavras em Espanhol em vez das suas correspondentes galegas (inclusive defendendo esse uso) devia fazer-nos refletir para onde é que quer/querem levar o Galego? Ou para nenhum lugar ou directamente para onde está inserido, que é o universo da Hispanofonia, graças à RAG, especialmente. E o Galego, galego83, não é Espanhol. O Galego é Português, tal e como o Castelhano é Espanhol, embora nos ensinassem outra cousa, embora nos ensinassem que somos espanhóis e espanholas, ainda que o não sejamos.
Também dizes: "¿ou sodes vós máis competentes en Galicia que a RAG?" Não se trata de competirmos com a RAG em nada, nem de nos compararmos. Eu só constato o domínio do idioma e do que o idioma é pola gente da RAG como RAG (já afirmei que gente como Ferrín, Fernández Rei ou Rosario Álvarez têm conhecimentos do galego, pois, mas não falo individualmente). Não se trata de uma ssunto pessoal de se "eu sei mais" ou de "eu tenho mais competência". Não entrarei nesse discurso de comparações porque não é sério. Só constato que a RAG NÃO TEM QUALQUER AUTORIDADE LINGUÍSTICA, como se viu ao longo da sua história em múltiplas ocasiões. E repito e destaco: não tem qualquer autoridade LINGUÍSTICA. Pode ter autoridade "xunteira", mas não linguística.
Saúde, Galiza e haja um S. João feliz!
Adeus
Xabier, também eu concordo muito com os teus comentários, neste fio e nos outros. Um saudo.
Olá de novo, galego 83. Parabéns por aprenderes o alemão.
Em primeiro lugar porque demostra que és uma pessoa normal e inteligente, não como outros que vivendo na Alemanha pretenderiam que os alemãos lhes falassem castelhano. Em segundo lugar, porque estás a ampliar de forma brutal a tua cultura (a maiores da língua, a cultura à que te permite aceder), tens um tesouro. E em terceiro lugar, porque permitirá o comprenderes melhor a nossa situação:
- O alemão, igual que o galego-português, é uma língua complexa, com muitas variantes dialectais, mas com um sistema linguístico próprio e rico.
- O alemão, igual que o galego-português, é uma língua com uma importante tradição literária, com muitos séculos de existência e um grande peso da história na sua ortografia.
- O alemão, igual que o galego-português, é uma língua internacional, falada além das fronteiras nacionais da Alemanha também em Áustria, Suiça, Liechtenstein, Luxemburgo, Alsácia, Lorena e Alto Adigio.
- O alemão, igual que o galego-português, é uma língua em evolução e que recentemente mudou a sua «Rechtschreibung der Deustschen Sprache» entre polêmicas, buscando a ortografia que melhor representasse ao conjunto dos dialectos alemãos.
Que opinarias se a "Real Academia Austríaca", competente ela, mas condicionada por uma determinada situação política, afirmasse que o "austríaco" é uma língua totalmente diferente do alemão, onde os «Schumacher» passassem a escrever-se «Xumáquer» ou «Txumager» ou «Ciumache» ou qualquer outro invento? Que opinariam os austríacos?
Mas a Galiza não é Áustria.
O caso da Galiza é bem similar ao caso da Alsácia (Elsass). Ocupada pelos franceses que estão a exterminar o alemão da Alsácia, començando por afirmar que o alemão que ali se fala não é alemão. Seica é «alsacien», "idiome de lui" exclusivo da "Alsace", numa sociedade "bilingue sous le drapeau de la liberté". Não sei como escrevirão «schumacher», mas jogaria algo a que se parecerá a «choumaquère». A França chauvinista e ultranacionalista, não permite o ensino de "línguas menores", mas de fazê-lo, cuidaria bem o apartar o «alsacien» do alemão.
O «alsacien» em 1931 era falado polo 91% dos habitantes. Agora não chega ao 30%. Alguem sabe doutro pais onde se produz este fenômeno?
Eu por desgraça, SIM.
Saludações / Saludos / Herzliche Grüße!